O projeto “Oficinas formativas em Teatro do Oprimido: possíveis experimentações para narrativas (auto) biográficas no ensino de ciências e a vida”, desenvolvido em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), alcançou 196 pessoas em cinco municípios do Amazonas, superando em quase 20% a meta inicial. As ações foram direcionadas, prioritariamente, a comunidades indígenas, pessoas com deficiência e a outros grupos em situação de vulnerabilidade social.
A iniciativa percorreu os municípios de Manaus, Iranduba, Rio Preto da Eva, Coari e Novo Airão, promovendo oficinas e atividades formativas que integraram arte, educação e reflexão social. Ao longo do percurso, o projeto reafirmou o compromisso simbólico e prático com a valorização da arte e a educação como instrumentos de transformação social, especialmente em contextos periféricos.
De acordo com a coordenadora geral do projeto, Jackeline Monteiro, as experiências vivenciadas evidenciaram a diversidade de trajetórias e realidades diversas. “Encontramos histórias e corpos distintos, além de tempos desiguais de acesso à cultura. Havia quem estivesse pisando pela primeira vez no território da arte”, destacou.
Nesse contexto, a iniciativa reafirma o compromisso da UEA com o fortalecimento da educação e da cultura no Amazonas, contribuindo para a ampliação do acesso a práticas culturais e formativas em comunidades que enfrentam limitações estruturais no campo cultural.