O pentacampeão mundial Edílson “Capetinha” é o mais novo brother. Nesta segunda-feira, o ex-jogador de 55 anos foi anunciado como novo camarote da edição de 2026 do Big Brother Brasil.
Durante a trajetória desde os tempos de atleta, a estrela de clubes como Palmeiras e Corinthians colecionou gols, títulos e polêmicas.
Em campo, ele brilhou. Foi campeão da Copa do Mundo pela seleção brasileira em 2002. Nos clubes, teve grande destaque a partir da passagem vitoriosa pelo Palmeiras, no início da década de 1990.
Com a camisa alviverde, Edílson virou um dos protagonistas da era Parmalat e ajudou o Verdão a conquistar quatro títulos em menos de dois anos. Foram dois Paulistas (1993 e 1994), um Brasileirão (1993) e um Rio-São Paulo (1993).
A passagem pelo Palmeiras terminou com a transferência para o Benfica, de Portugal, onde não repetiu o mesmo sucesso. Fora do país, o Capetinha ainda defendeu o Kashiwa Reysol até 1997, quando decidiu voltar ao Brasil para defender o arquirrival palmeirense.
No Corinthians, ele superou a rivalidade e se tornou ídolo do clube. Ganhou o Brasileirão de 1998 com direito ao troféu de melhor jogador da competição.
Ao todo, levantou quatro troféus pelo Timão. O ex-camisa 10 repetiu o título nacional em 1999, ano em que venceu o Paulistão pelo clube e imortalizou a imagem das embaixadinhas, responsáveis por gerar enorme confusão na final contra o Palmeiras.
Em 2000 veio o maior título pelo Corinthians: o Mundial da Fifa, inédito na história corintiana até então.
Edílson foi eleito o melhor jogador do torneio e ficou marcado por um golaço marcado no empate contra o Real Madrid, pela fase de grupos do torneio. A passagem pelo Parque São Jorge terminaria meses depois, com a queda na Libertadores de 2000 para o Palmeiras.
No Rio de Janeiro, o Capetinha teve maior destaque no Flamengo. Com a camisa rubro-negra, ele conquistou o título do Campeonato Carioca de 2001, com direito a dois gols na decisão contra o Vasco que ficou marcada pelo golaço de Petkovic de falta nos minutos finais da partida, e a Copa dos Campeões do mesmo ano, quando também marcou duas vezes na final contra o São Paulo.
O craque também defendeu Cruzeiro, Kashiwa (segunda passagem), São Caetano, Vasco e Vitória até se aposentar pela primeira vez em 2007.
O ex-atacante ainda voltou ao futebol em 2010 para disputar o Campeonato Baiano pelo Bahia e em 2016, ano em que atuou pelo Taboão da Serra na quarta divisão do Paulista.
Prisões, polêmicas e Dança dos Famosos
Polêmico dentro de campo, como no episódio das embaixadinhas, Edílson colecionou também momentos conturbados fora dele. O ex-jogador foi quatro vezes preso pela falta de pagamento da pensão alimentícia da filha.
Ele ainda passou por um processo de suposto envolvimento em um esquema de fraude, como o recebimento de prêmios de loterias esportivas. Em entrevista a Pedro Bial, o Capetinha se disse inocente.
*Com informações GE