Amazonas – A gestão do prefeito Reginaldo Nazaré da Costa está sob forte suspeita após uma denúncia apresentada na manhã desta segunda-feira (21) na redação do Portal e TV CM7 Brasil, apontar possíveis indícios de superfaturamento em contratos firmados pela prefeitura com quatro empresas diferentes. Somadas, as contratações chegam ao valor de R$ 2.744.000,00, o que causou estranheza e revolta na população local. De acordo com os documentos entregues à equipe de jornalismo, os contratos firmados são os seguintes: A S DA SILVEIRA LTDA – CNPJ nº 28.747.918/0001-18 – valor de R$ 736.000,00 G M DE MOURA – CNPJ nº 13.287.942/0001-44 – valor de R$ 734.000,00 J C DA SILVA E SILVA – CNPJ nº 11.978.334/0001-50 – valor de R$ 644.000,00 JAIR M ARAÚJO – CNPJ nº 17.432.958/0001-54 – valor de R$ 630.000,00 De acordo com a denúncia é que as contratações foram feitas sem ampla publicidade e com falta de clareza sobre os serviços que justificariam tamanhos valores, gerando fortes suspeitas de irregularidades, favorecimento e superfaturamento. Fontes ligadas à gestão municipal informaram à reportagem que há movimentações internas que indicam uma possível tentativa de encobrir as contratações, o que agrava ainda mais a situação. Além disso, moradores da cidade, onde falta infraestrutura básica, como saneamento, atendimento de saúde e investimentos na educação, estão revoltados com os valores milionários investidos nessas empresas — algumas das quais não apresentam estrutura ou histórico compatível com os contratos assinados. Vereadores da oposição já pedem apuração imediata, e há expectativa de que o caso seja encaminhado ao Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) para investigação detalhada. O Portal e TV CM7 Brasil seguirá acompanhando o caso e cobrando respostas da prefeitura, que até o momento não se pronunciou oficialmente sobre a denúncia. Enquanto a cidade sofre, contratos milionários seguem sendo assinados. A população exige transparência e justiça.
Denúncia: Prefeito de Anori vai gastar quase R$ 3 milhões em contratos suspeitos
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